Descrição
Cruz da Unidade Jesus e Maria Prata 950
Medidas: 3,8 cm (com argola) x 2,2 cm
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Origem, significado, trajeto e expansão de um dos símbolos mais conhecidos de Schoenstatt.
Carmen Roger, María Elena Vilches – “Junto à cruz de Jesus estava sua Mãe, de pé”, disse o Evangelista João. A representação simbólica – que o autor, Pe. Ángel Vicente Cerró, tomou de uma antiga imagem da abadia alemã de María Laach – mostra-a junto a seu Filho crucificado, recolhendo num cálice o sangue do seu corpo. É a “companheira e colaboradora permanente de Cristo em toda a Obra de Redenção”, nas palavras do Pe. José Kentenich.
A Cruz da Unidade converteu-se num dos símbolos mais característicos do Movimento Apostólico de Schoenstatt. Nela apreciam-se três símbolos: a imagem de Cristo, a imagem de Maria e o símbolo do Pai. A Cruz da Unidade expressa a bi-unidade que Schoenstatt quer proclamar: Cristo é inseparável de Maria e Maria é inseparável de Cristo. O símbolo do Pai, desde a cúspide da Cruz, irradia tudo: Cristo e Maria descansam no Pai, na cruz que o Pai determinou no seu plano de amor, como caminho de redenção. Para além disso, Cristo e Maria têm uma postura singular: estão vivos e olhando-se mutuamente num profundo diálogo de Mãe e Filho. Do corpo de Cristo jorra o sangue que Maria recolhe com o seu cálice. O fato de estarem vivos não é apenas simbólico, também mostra uma verdade de fé: Cristo e Maria, tanto na cruz como na realidade, na atualidade estão vivos em corpo glorioso.
A Cruz da Unidade é a imagem própria do “Cristo das vinculações”, cujo anseio mais profundo é que “todos sejam um”, como Ele e o Pai são um. Ela mostra a Cristo, o Filho, profunda e intimamente ligado a Maria, sua Mãe, companheira e colaboradora permanente na Obra da Redenção. É o Cristo da Unidade que, na força do seu sacrifício e entrega, estendendo amplamente os braços, une o céu com a terra e a terra com o céu.
Por que se desenhou a “Cruz da Unidade”?
Esta cruz nasceu como símbolo da primeira geração de sacerdotes chilenos do Movimento Apostólico de Schoenstatt que estudavam no Brasil e na Suíça. Entre 1958 e 1959, quando os primeiros seminaristas pallotinos estavam para serem ordenados sacerdotes, quiseram oferecer ao Santuário da Bellavista, no Chile, que os viu nascer e crescer na fé, um crucifixo que expressasse a imagem de “Cristo Sacerdote”. Assim surgiu a ideia de representar no “Cristo dos Vínculos” a Cristo, que é a força do Espírito Santo e que está profunda e intimamente vinculado como Filho ao Pai, e também a Maria, sua Mãe, como colaboradora e companheira permanente da sua Missão Redentora dos homens, “Cristo da Unidade”, que une o céu e a terra; “Cristo Bom Pastor” que refletindo o Amor do Pai une os homens a Deus e os homens entre si, tornando-os filhos de um mesmo Pai.













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